Um cheirinho de coisa nova no ar, música nova pra aperitivo!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Primeiros comentários sobre o show AMANHÃ!
Alguns passaram mal com o calor e com as horas a fila aumentava, bilheteria fechada, pois já não havia ingressos desde as 16 hrs.
O frisson era grande, o show já havia sido testado em Brasília, e as dúvidas sobre o repertório eram grandes, a maioria pedindo canções solo que não são apresentadas normalmente nos shows do Trio.
Mas já na metade, se haviam dúvidas, elas se dispersaram...a platéia estava “chapada”, olhos vidrados, absorvendo cada pequeno gesto, cada piada, cada comentário! O show foi um sucesso, e os comentários refletem esse sucesso!
Que venham mais shows de Sá, Rodrix & Guarabyra no Rio de Janeiro!!!
"Ótimo show! Agora, é aguardar o CD e quem sabe? Uma temporada aqui no Rio.Dá vontade de ver novamente... "
Márcia Weber
"Quem foi presenciou um show emocionante, alegre e descontraido com ótimas musicas, som bacana e muitos conhecidos na plateia!Apesar do disco não ter sido lançado, SRG tocaram as musicas novas em grande estilo apoiados por uma banda afiada com musicos excelentes com destaque para o grande baixista Pedrão (Som Nosso de Cada Dia) e do tecladista Constant (ex-Peso). O batera e o guitarrista tambem altissimo nivel ! (...)
Alem de curtir o show como um todo, no meu caso particular, outra grande emoção foi tambem conhecer pessoalmente um idolo de mais de 30 anos em tempos aureos de Som Nosso de Cada Dia. Salve Pedrão ! O cara é gente finissima e musico extraordinario!!! Inevitavelmente tive de tietar !Conselho: se rolar outro show não percam ! Quando o disco sair, adquiram! "
Sérgio de Carvalho
"Show impecável
O trio reapareceu em grande forma. A primeira metade do show foi boa, mas a partir daquela composição inédita do Gut "Nós nos amaremos" (maravilha total...), a coisa tomou um volume surpreendente e foi num crescendo que não parou mais de crescer...a segunda metade do show foi simplesmente impecável.Linda aquela música do Zé sobre Copacabana. Uma melodia bastante avançada, com grandes achados, e letra de quem realmente já viveu em Copacabana e conhece as agruras do pedaço. Os três mais a banda estavam, como já foi escrito aqui, afiadíssimos.O bis com um clássico de cada um do trio também foi demais. Delicioso ouvir ao vivo "Casa no Campo", "Caçador de Mim (talvez a melhor música do Luis Carlos) e Espanhola. (...).Acho que uma temporada com Sá, Rodrix e Guarabyra no Rio, nem que seja de uma semana, vai mexer com as estruturas da cidade. E o CD já é sucesso. "
Joel Macedo
"Que show hein? Sou um fã novato, ouvi pela primeira vez o Passado Presente e Futuro e o Terra faz pouco mais de um ano e me apaixonei completamente pela obra do trio. Ou obras-primas, melhor dizendo. Uma daquelas descobertas musicais que entram pra nossa história. E agora estou conhecendo a obra do Sá & Guarabyra, que também é maravilhosa, por enquanto ainda estou no Pirão de Peixe com Pimenta. Levei um susto com aquele trovão em Cadernos de Viagem. Não só as músicas que eu ainda não conhecia me agradaram muito como também gostei bastante das inéditas e estou curioso para ouvi-las novamente mas, dada a crise econômica e o conflito em Gaza, só em março mesmo né Vou comprar o disco e, se tiver outro show por aqui, vou também"
sábado, 10 de janeiro de 2009
É a vez dos Cariocas...

Nova Coletânea de SR&G Lançada ( incluindo CADERNOS DE VIAGEM)

Lauro Lisboa Garcia
Passa o tempo, mudam os formatos, o mercado pede socorro e as gravadoras continuam a sucatear seus acervos, insistindo em coletâneas em vez de investir nos álbuns originais - o que interessaria mais aos colecionadores. Em edição desleixada, a “vítima” da vez é o raro Cadernos de Viagem, da dupla Sá & Guarabyra com a cantora Marisa Fossa. Lançado originalmente em LP em 1975, o disco teve produção, arranjos de orquestra e regência do tropicalista Rogério Duprat (1932-2006). Chegou ao CD em 1994, mas logo saiu de catálogo.Além da ausência da arte original e de esfacelar o álbum, a série Super 3 (Warner) estampa uma mentira na capa, em formato de caixa: “34 super hits!!”. Segundo trabalho da dupla, depois da separação de Zé Rodrix, o que Cadernos de Viagem não tem é hit. Tem, sim, belas e prazerosas canções em arranjos semi-acústicos e uma polirritmia compatível com o espírito estradeiro do projeto, com suas paisagens e personagens variantes, que inspiraram letras bucólicas, existenciais e afetuosas.A viagem começa pelo Rio, passa por Bom Jesus da Lapa (cidade natal de Guarabyra), Santa Maria da Vitória, Correntina e Montes Claros, entre outras, e termina em Belo Horizonte. O relato de episódios está impresso na capa interna do LP, que sumiu nas versões em CD, bem como a ficha técnica. Até chegar ao conteúdo integral de Cadernos de Viagem, todo espalhado pela coletânea, o ouvinte tem de saltar algumas versões ao vivo, que tomam boa parte dos três CDs, como Espanhola e Harmonia, estas, sim, hits de longo alcance.Ondina Poconé é uma das mais interessantes, com sua mistura de rumba e funk-jazz com toques de brasilidade. Com participação de Marisa Fossa no vocal, outras têm mais acentuadas as texturas de rock rural que identifica o trabalho da dupla, como a melancólica Dança o Atrevido, Mundo Invisível, a faixa-título e Roda o Mundo. Com violão à Novos Baianos, Lá Vem o Bicho tem algo de sambalanço com sotaque nordestino. Tarzan dos Cromados segue linha parecida, reverberando psicodelia e toques de música árabe.Muchacha é uma espécie de valsa folk, Véio Camalião é um divertido country-charleston. Passo-Preto tem um suingue próximo do samba-soul. Xote Correntino é da linhagem de Sete Marias, que eles emplacaram em 1980 e também está na coletânea. O Que Você Quiser é uma vinheta sem música, apenas com um som de respiração humana e ruídos de chuva e trovão ao fundo, até que alguém bate na porta e uma voz de criança pergunta: “Mamãe, você ainda está aí?” E então ouve-se o estrondo de um raio.Em 1975, Guarabyra disse que foi em Cadernos que eles estabeleceram um caminho: “Nele, o rock rural é muito mais rural do que rock, porque agora já temos o nosso público e podemos nos dar a esse luxo.” Ele vinha mais “da experiência do sertão para a cidade”, enquanto Sá e Rodrix fizeram o caminho inverso. A união dos três rendeu canções antológicas, como Hoje Ainda É Dia de Rock e Primeira Canção da Estrada, presentes nesta compilação, que fizeram a cabeça de muito mochileiro maluco. Falta recuperar Viajante, só lançada em compacto com Ribeirão do outro lado.
Nota do Guarabyra:
"A matéria aponta Bom Jesus da Lapa como minha cidade natal. Este tem sido um erro constante da imprensa. Por mais que eu advirta que minha cidade natal é Barra do Rio Gande, também na Bahia e igualmente no vale do rio São Francisco, o erro não deixa de ser publicado. Sendo assim, só me resta esclarecer (mais uma vez!) que vivi parte (preciosa e definitiva) de minha vida em Bom jesus da Lapa, mas nasci na cidade mais bonita do vale: Barra do Rio Grande."
CD 1
1. Espanhola
2. Lembranças do Futuro
3. Pirão de Peixe com Pimenta
4. O Silêncio é de Ouro
5. Harmonia
6. Quem Saberia Perder
7. Caderno de Viagem
8. Lá Vem o Bicho
9. Ondina Paconé
10. Mundo Invisível
11. Zepelim
CD 2
1. Dona
2. Sobradinho
3. Água Corrente
4. Sete Marias
5. Desenhos no Jornal
6. Capitão da Meia-noite
7. Dança o Atrevido
8. Xote Correntino
9. O que Você Quiser
10. Muchacha
11. Mexa-se
12. Mestre Jonas
CD 3
1. Trem de Pirapora
2. A Longa Noite
3. Pássaro
4. Foi um Vento que Levou
5. Rio-bahia
6. Passo-preto
7. Roda o Mundo
8. Velho Camalião
9. Tarzan dos Cromados
10. 1ª Canção da Estrada
11. Hoje Ainda é Dia de Rock
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
LANÇAMENTO CD AMANHÃ
O CD ( ainda sem data marcada para chegar às lojas) é o primeiro após " Outra vez na Estrada", de 2001, e o trio retorna ao Rio de Janeiro após 3 longos anos.
A apresentação terá músicas inéditas do novo álbum como Novo Rio, Amanhece Um Outro Dia, Cidades meninas e Sonho Triste em Copacabana e Dia do Rio. Os antigos hits que fizeram a fama do trio, precursor do chamado "Rock Rural", também não vão faltar no repertório: Dona, Caçador de Mim, Casa no Campo e Espanhola são algumas delas.
Brasília:
10/11-jan
Teatro da CAIXA – Brasília –SBS - Quadra 4 – Lote ¾ - Edifício ANEXO .
Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia entrada para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais e funcionários da Caixa). Não recomendado para menores de 10 anos.
Rio de Janeiro:
13 -jan
O Teatro Nelson Rodrigues fica na Avenida República do Chile 230 – Anexo, Centro. Informações: (21) 2262-5483/ 0942.
O show começa às 19h30min e os ingressos custam R$ 15 (estudantes e idosos pagam meia).
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Zé Rodrix e Tavito participam da CAMPUS PARTY 2009
Maiores informações: http://www.campus-party.com.br
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
25 de NOVEMBRO - Aniversário de Zé Rodrix!!!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
20 de Novembro: Aniversário de Guttemberg Nery Guarabyra
Parabéns GutByra, Gutty, Gut, Guarabyra, "Sá & Guarabyra", Guttemberg, Guttemberg Guarabyra!!!Felicidades!!
Gut, que entrou nas nossas vidas não sei bem quando e com todo o seu carisma e sensibilidade se tornou parte integrante de todos os nossos momentos...talvez pela delicadeza de suas canções maravilhosas, ou pelas palavras tão bem colocadas nessas crônicas tão sensíveis, ou quem sabe, pelo carinho e respeito que dedica a todos, mostrando ser uma pessoa linda e iluminada...
Grande beijo e todos os votos de saúde, paz, realizações, amor, luz e grandes alegrias na sua vida...FELIZ ANIVERSÁRIO e FELIZ TODO DIA...SEMPRE!!!
Marlene.
no seu jeito de ser!
Hilda

Amarelo Ouro
guttemberg guarabyra
...
— Mas eu não estou pedindo que você troque de vida...
— Sei que não está. Ao mesmo tempo, porém, acho que, um dia, isso terá de acontecer. Nós estamos ligados eternamente um ao outro. Eu sinto isso...
— Sabe que também acho isso? Até sonhei outro dia que estávamos viajando por um lugar bonito e que nunca nos separávamos porque estávamos atados por uma espécie de corda...
— Por uma fita!
— Uma fita? Engraçado, eu acho que era mesmo uma fita.
— Uma fita amarelo-ouro.
— Hahaha. Uma fita amarelo-ouro? Que chique! Bem, pelo menos nossas vidas não estão amarradas por uma coisa qualquer. Mas uma fita não é muito frágil?
— Claro que não. É uma fita larga, de seda resistente. E, ainda, feita de muitos anseios, de muitos sonhos. Uma fita assim dura por uma eternidade.
— Nem brinca. Não quero saber de tanta demora. Ou a gente resolve agora ou fim de papo.
— Olha, pra falar sério, eu gosto muito de você.
— Eu também de você...
— Até esta história de que alguma coisa invisível nos une eu acho que é verdade. Às vezes, ainda que eu tenha muito medo, vejo-me pensando que poderíamos realmente juntar nossos mundos...
— Acho que ainda daria uma ótima mistura.
— Como ainda?
— Porque já estivemos misturados antes, não é? E eu desconheço duas essências que, misturadas uma vez, não possam ser misturadas de novo.
— Quem sabe nossas fórmulas, nesses anos em que passamos separados, não tenham sido alteradas? Quem sabe não nos transformamos em outra coisa e hoje nossas moléculas não se combinem mais?
— Bem, pela maneira como você resiste, estou chegando à conclusão de que você não quer mais saber de mim. Então por que concordou com este encontro?
— Ora, porque estamos amarrados. Já esqueceu?
— Tá certo. Por isso mesmo não entendo o que viemos fazer aqui se não foi pra assumir isso e tentar de novo.
— Acontece que tenho medo. Temo que nossos mundos já não possam mais ser misturados...
— Queria tanto que pudessem...
— Eu também.
— Vem cá, deixa ver sua mão. Sabia que esta linha aqui é a da emoção?
— Achava que era. Mas nunca dei importância. O que você vê nela?
— Não entendo muito disso. Só que esta é tão forte, tão marcada, tão profunda, que tive de reparar.
— Como é a sua?
— Não tão especial, veja.
Por muito tempo permaneceram assim, de mãos dadas, olhando-se, sentindo o calor mútuo e experimentando a sensação de que uma nova vida surgia bem ali à frente. Lentamente, aproximaram os rostos. De perto, reconheceram-se no olfato, no calor da pele, embora houvessem estranhado um pouco o beijo rápido e inseguro. A felicidade, porém, estava ali. Não poderia ser uma armadilha, não tinha jeito de embuste, erro.
— Desencana que a vida engana!
Imediatamente pararam de devanear e caíram na gargalhada ao relembrar a frase que haviam pichado juntos nos muros da faculdade.
Logo o riso foi se dissipando. Olharam-se bem nos olhos, a noite ameaçava cair.
— Tenho de ir.
— Eu também.
— O que você propõe?
— Nada. Mas não tenho mais medo. Acho que a fita que nos envolve é muito forte.
— E muito bonita.
— Amarelo-ouro.
— Amarelo-ouro.
À beira da calçada, diante das primeiras luzes dos carros brilhando no lusco-fusco do anoitecer, observou a mão dando adeus pela janela do ônibus que se afastava. E enxergou, desde aquele adeus até o seu, aquela amarra que os unia para sempre. Estavam, quisessem ou não, ligados eternamente. Pela vida, pela emoção, pela fita amarelo-ouro.
Lentamente o ônibus subiu a avenida, misturou-se ao mundo de luzes em movimento. E desapareceu.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A canção, o idioma e o disco novo do Tavito.

"… Tudo aquilo que o malandro pronuncia com voz macia é brasileiro, já passou de português …"
Tantas décadas depois de Noel ter escrito esses versos, não me parece exagero afirmar que o verdadeiro idioma do povo brasileiro agora é a canção popular, porque já passou de brasileiro.Falamos canção. Nos estádios, nos aniversários, nos bancos lá de trás do ônibus, nos programas de calouros, nos karaokes. Falamos canção quando lembramos do primeiro beijo, da primeira festa, do primeiro amor. É canção que nos vem à mente quando pensamos em explicar o que sentimos, o que queremos, o que sonhamos. Se o caso é protestar, canção. Se é hora de carnaval, canção. Uma conquista ? Um drink ? Uma saudade ? Canção, canção, canção.
E como uma coisa leva à outra, fazemos canções umas melhores que as outras. Somos bons em canção, talvez os melhores. Sambas, bossas, xotes, frevos. E tome baião e chamamé e moda de viola e marchinha de carnaval. Samba-canção ? Temos. Boleros ? Fazemos. Rocks ? Reinventamos ! Tropicalizamos a canção do mundo todo e não é à toa que ditamos moda. Falamos canção, somos mestres nisso. E olha que falar canção não se aprende no colégio …Arrisco dizer que sempre fomos bons em canção, desde sempre. São tantos os gênios que ajudaram a construir a canção brasileira que é difícil saber quem é quem nesse panteão. Mas parece ter havido um momento, um momento mágico, em que todas as vertentes se encontraram e puderam conviver, diversas gerações compartilharam seus auges criativos e dessa simultaneidade a canção brasileira saiu ainda tão mais forte e mais madura que de lá pra cá ninguém fala canção melhor que nós.
Nesse tal momento mágico, um tempo entre o finalzinho dos anos 50 e os últimos suspiros dos anos 70, uma linhagem especial encontrou espaço e clima propícios para suas criações e inovações. Uma estirpe de cancionistas raros, tanto pelo talento quanto pela ousadia, que não só produziram canções de beleza ímpar mas que também cruzaram as fronteiras da tradição e fabricaram novos futuros e horizontes, como se fossem deuses.Desta linhagem, alguns já se foram e muitos foram se tornando bissextos, esparsos, ausentes mesmo. Os motivos são vários e não vêm ao caso. A consequência, porém, é importante e de se lamentar. A falta que eles fizeram, e ainda fazem, deixou um vazio imenso em que nós, que falamos canção, aprendemos que a canção às vezes também pode se calar.Mas eis que trago uma boa nova. Vem aí um novo disco de um desses raros cancionistas, vem aí o disco novo do Tavito. Tavito é um daqueles alquimistas que de misturas improváveis extrai ouro puro. Uma canção dos Beatles na lembrança, uma ou duas toadas correndo nas veias e pronto: lá vem uma Casa no Campo. É assim que fazem os mestres, eles criam. É assim que Tavito faz.O disco novo está lindo. Um Tavito clássico e ao mesmo tempo renovado em novos parceiros, arranjos bonitos e canções daquelas que nós gostamos de falar. A canção brasileira agradece a retomada de Tavito. E nós agradecemos também, porque Tavito é um daqueles poucos artistas que nos entende e nos traduz em notas e versos. Sim, Tavito é que nem a gente, ele também fala canção.(Alexandre Lemos )
1969,O Beijo do Tempo
TUDO é:
02 - O Dia em Que Nasceu o Nosso Amor - ( Tavito - Luiz Carlos Sá)
03 - Embora- ( Tavito - Alexandre Lemos)
04 - Uma Banda em Sampa - ( Tavito - Rocknaldo)
05 - O Primeiro Sinal - ( Tavito - Ney Azambuja)
06 - Gostosa - ( Tavito)
07 - Tudo - ( Tavito- Alexandre Lemos)
08 - Aquele Beijo - (Tavito - Ney Azambuja)
09 - A Grande Sorte - ( Tavito - Luiz Carlos Sá)
10 - Um Certo Filme (Rock da Mamãe) - (Tavito - Rocknaldo)
11 - As Meninas - (Tavito - Helder Braga)
12 - Hoje Ainda é Dia de Rock - (Zé Rodrix)
13 - Minas de Encanto - ( Tavito)
14 - Rua Ramalhete (Reloaded) - (Tavito - Ney Azambuja)
Lançamento dia 15 de Dezembro!!segunda-feira, 10 de novembro de 2008
AMANHÃ
Ao contrário do que muitos pensavam, o lançamento em 2002 do CD e DVD ao vivo "Outra Vez na Estrada" não serviu apenas de simples revival do trio Sá, Rodrix & Guarabyra, mas foi o ponto de partida para o reinício de uma carreira a três desfeita vinte e seis anos antes, com a saída solo de Rodrix e a seguida em frente da então dupla Sá & Guarabyra. O sucesso obtido durante a longa temporada de separação não fez nenhum deles esquecer o prazer que sentiam cantando, tocando e compondo juntos. E para confirmar essa intenção de continuarem unidos, eles lançam agora, seis anos e muita estrada depois da reestréia, um novo CD: o "Amanhã".
Ao contrário do anterior, que apesar de lançar cinco músicas novas baseava-se principalmente em regravações de grandes sucessos, "Amanhã" traz doze músicas completamente inéditas, o que talvez vá na contramão do mercado, mas reafirma o sentido autoral da carreira deles. "Amanhã" traz ainda uma estrutura rara nestes dias de crise do mercado fonográfico, utilizando cordas e sopros reais e unindo em torno do CD uma equipe de primeira linha, com nomes como Tavito (produção e arranjos vocais), Eduardo Souto Neto, Paulo Calasans, Constant Papineanu e Ruriá Duprat (arranjadores) e uma banda de apoio que une músicos veteranos e consagrados como Pedrão Baldanza (baixo e vocais) e Constant Papineanu (teclados) a jovens valores já em vias de consagração como Tiago Costa (teclados), Fábio Santini (guitarra) e Alex Reis (bateria e percussão).
No repertório, liderado por "Amanhece um Outro Dia" (Sá-Guarabyra-Vitor Martins), abertura da novela "Revelação", do SBT, destacam-se músicas que remetem à ambigüidade urbano-rural que sempre marcou S,R&G, como "Cidades Meninas" – uma homenagem às cidades mineiras com nomes de mulher – "Novo Rio" e "Sonho Triste em Copacabana" , ligadas às origens cariocas do trio e "Dia do Rio", que lamenta o descaso ecológico reinante no país e mantém a tradição "verde" do trio.
Já no novo show, S,R&G levam em frente a tradição de qualidade musical e profissionalismo que fez com que eles prosseguissem através de trinta e sete anos de carreira como artistas sempre requisitados, com um repertório que une as músicas do novo disco a outras "pinçadas" entre os maiores sucessos de sua carreira, que conta com hits do calibre de "Dona" (Sá & Guarabyra), "Sobradinho"(Sá & Guarabyra), "Caçador de Mim" (Sérgio Magrão - Sá), "Mestre Jonas"(Sá-Rodrix-Guarabyra), "Casa no Campo" (Tavito-Rodrix) , "Espanhola" (Flávio Venturini-Guarabyra) e outras.
"AMANHÃ" é:
CIDADES MENINAS (Sá, Rodrix & Guarabyra)
O DIA DO RIO (Sá, Rodrix & Guarabyra)
LOGO EU, SAUDADE (Sá, Rodrix & Guarabyra)
MARINA EU SÓ QUERO VIVER (Guarabyra)
SONHO TRISTE EM COPACABANA (Rodrix-Sá)
NOVO RIO (Sá)
NÓS NOS AMAREMOS(Guarabyra)
AMANHECE UM OUTRO DIA (Sá-Guarabyra-Vitor Martins)
CAMINHO DE SÃO TOMÉ (Rodrix)
AMAR DIREITO (Sá)
OS 10 MANDAMENTOS DO AMOR (Pedrão Baldanza - Sá)
AMANHÃ (Rodrix)
sábado, 8 de novembro de 2008
Zé Rodrix em Porto Alegre
Nota do site oficial da Feira:
Rodrix levanta a platéia na Feira ----------------------------------
O músico e compositor Zé Rodrix levantou a platéia na noite desta sexta-feira no Centro Cultural Erico Verissimo. Ele relatou, com seu jeito bem humorado e carismático, sua carreira e as histórias de sua vida. Relatos sobre criação musical, festas e aventuras estiveram em evidência.
Entre uma história e outra, tocava canções em seu órgão. Também falou de aspectos da criação não só através de sua história musical, mas também a partir da experiência como escritor e palestrante. O público que lotou o auditório Barbosa Lessa, formado em sua maior parte por fãs do trabalho de Rodrix, ouviu histórias sobre a relação do ídolo com nomes que marcaram e marcam a cultura do País, como Elis Regina e José Trajano.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Zé Rodrix na Feira do Livro de Porto Alegre
Quem já assistiu poderá rever Zé Rodrix cantando e contando ( cada vez melhor) causos e canções! A palestra é basicamente a mesma que foi proferida na Biblioteca do Tatuapé há alguns meses atrás: 3 horas de conversas , canções e risos. O "tempero" extra é adicionado pelo público que o assiste, podendo variar de audiência para audiência! Programa IMPERDÍVEL!!
"Zé Rodrix: As Canções - A criatividade como processo de vida
Show/palestra onde abordará os variados aspectos da criação não só através de sua história musical, mas também a partir da experiência como escritor e palestrante. "
Hora: 20:00
Local: Auditório Barbosa Lessa - CCCEV ( Centro Cultural Erico Veríssimo) -
Porto Alegre - RS
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
À Espera do Expresso Oriente
Logo estarei dobrando a esquina da vida e ainda não conheci a China. Desde os vinte e poucos que me prometo essa aventura à terra dos criadores do macarrão e do I Ching, sem jamais ter satisfeito o compromisso. Até hoje, o máximo que cheguei perto, se é que se pode chamar a isso de "perto", foi uma ida à Europa, quando conheci apenas Paris muito rapidamente, pois tinha compromisso em Nova Iorque dois dias depois. Porém, ainda não perdi a esperança de um dia sair mundo afora vendo o que ainda não vi e experimentado novas sensações, da mesma forma como, durante a juventude, arrisquei a vida ao pendurar-me, segurando firmemente uma pesada filmadora, num galho que se projetava sobre os 600 metros de fundura do cânion do Itaimbezinho. Ou quando presenciei o pôr-do-sol extraordinário da confluência do Rio das Velhas com o São Francisco.





