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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sá & Guarabyra & Aécio Neves


Sá & Guarabyra estiveram presentes dia 31 de março na despedida de Aécio Neves do Governo do Estado de Minas Gerais, no Palácio da Liberdade , em Belo Horizonte, MG.
Na foto "2 dedos de prosa" entre Aécio, Luiz Carlos Sá, Guarabyra ao lado.

Fonte: https://blogdonoronha.wordpress.com/
Agradecimentos: Maria Valéria Bethonico

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Programa ZOOMBIDO - Moska entrevista Sá & Guarabyra

Foto: Paulo Moska

Programa gravado no início do ano, certamente previsto pra ser veiculado na época do lançamento do disco, chega agora, ainda sem o novo disco! Vários meses de angústia para nós, que antevíamos que estariam separados através da "Canção de Todo Mundo"( composição coletiva cantada por todos os participantes do programa), o que aliás, achei ótimo!!! Assim teremos o dobro para aproveitar!!!
Moska e Sá e Guarabira no ZOOMBIDO
Canal Brasil - Canal 66 NET
Horario(s): 23/10 - 21:30
24/10 - 16:00 (reprise)
25/10 - 13:00 (reprise)
O do Zé deve ser o próximo!!!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Por Que Pedralva???

Pedralva é uma das “Cidades Meninas” citadas na canção que está saindo no próximo álbum do trio. Hoje a cidade já se expandiu por outros morros, acima e abaixo, vale afora, e aguarda ansiosamente a dupla para o show do dia 26 de julho.
E a questão se faz necessária: Qual a ligação tão especial do Trio com a pequena cidade mineira encravada na encosta de uma montanha ?? Quem responde é o Giovany, pedralvense de corpo e alma e testemunha de parte da estória:
" Em 2003 eu morava em Juiz de Fora. Quando ocorreu a volta do trio “Sá, Rodrix e Guarabyra” não poderia deixar de conferir essa, e tive o privilégio de assistir o show “Outra Vez na Estrada”, e na primeira fila (até o Milton Nascimento estava lá na platéia nesse dia!). Junto comigo estava outro pedralvense, meu amigo João Paulo.

Quando o show acabou tentamos conversar com eles. Sempre havíamos ouvido histórias de visitas de Sá e Guarabyra à nossa cidade, mas como éramos crianças não lembrávamos e também não conhecíamos os fatos realmente. Quando contamos ao Guarabyra que éramos pedralvenses ele disse “Não acredito que vocês são de Pedralva!!! Aquela cidade que só tem morros!” E escrevia “Viva Pedralva!” nos nossos autógrafos. O Sá já havia se retirado, conversamos com alguém da produção e, como ele viu que realmente éramos fãs, muito gentilmente nos levou ao Sá, que nos recebeu muito bem. Eu com o João Paulo conversamos um bom tempo com ele, que nos contou toda a história de sua parada em Pedralva, forçada por uma tremenda gripe. Ele nos descreveu as pessoas que o ajudaram, mas não lembrava o nome delas. Nós não sabíamos quem eram e nem conseguimos descobrir. Ele disse que havia ficado muito grato a elas. Lógico que em seguida contamos tudo para nossos amigos. Um deles era o Thiago, que, algum tempo depois, criou esta comunidade aqui no orkut (eu fui, inclusive, um dos primeiros a entrar). Logo no início da comunidade, o Sá apareceu por aqui. Então, o Thiago entrou em contato com ele e disse que era de Pedralva. Isso o inspirou a contar a história na coluna “Na Estrada”, que foi publicada originalmente na revista “Backstage”.Agora, passo a palavra ao próprio Sá... "
UM VIAJANTE NUMA NOITE DE INVERNO
NA ESTRADA
Luiz Carlos Sá

UM VIAJANTE NUMA NOITE DE INVERNO(apud Italo Calvino...)

Eu não estava nada bem... a estrada parecia dançar à minha frente e de repente tive consciência de que ardia em febre e não poderia prosseguir por muito mais tempo enredado naquela sucessão de curvas sem nenhuma espécie de sinalização. Eu dirigia um Escort 84, carro que não me agradava: o farol era fraco, o limpador de parabrisa anêmico.De vez em quando ele pegava fogo por força de uma mangueirinha que teimava em vazar gasolina encima do escapamento. Recall naquele tempo? nem pensar. O carro já dera muito prejuízo à seguradora e foi um dos meus pouquíssimos não confiáveis. Fazendo um circuito que me muito me agradava eu partira de São Paulo pela Fernão Dias (que eu chamava de In-Fernão dos dias...), parara em Pouso Alegre para fazer um show e encontrar meus amigos Marcílio e Thomaz Green Morton e voltava ao lar,no Rio, via Santa Rita do Sapucaí, Itamonte, Dutra, etc.., curtindo o cheiro do diesel nas narinas numa época em que pista dupla era artigo de luxo: o Grande Acaso, deus preferido de meu parceiro Guarabyra, nos guiava – e ainda nos guia - pelas imponderáveis estradas do Brasil. Naqueles dias, como hoje, o motorista era um sobrevivente. Mas sempre me pareceu que nasci pra viajar, para que negar, porque nenhuma neblina me assusta e as serras são meu prazer absoluto, contanto que eu não esteja naquele estado em que justamente estava então: acabado por uma gripe pressentida de véspera mas deixada em progresso por conta daquela ilusão de eternidade que toma conta de qualquer artista depois de um bom show.

Meus colegas nunca compreenderam minha devoção estradeira. Porque ir de carro a um lugar onde se podia chegar de avião? avião para mim era sempre a opção secundária. Sendo possível, eu saía a qualquer hora e com a antecedência necessária pra chegar no tempo certo e no lugar exato, observando com calma a sucessão mágica de paisagens e gentes sempre variadas, nunca entediantes. Sentir a máquina, as curvas, as inclinações e correções necessárias, dominar por dominar. Bobagem? pode ser. Mas máquina produz música e isso é inegável. As rotações do motor são tons e semitons. Para nós, amadores da direção e profissionais da música a coisa se relaciona de perto. Não acredito que pilotos profissionais sejam indiferentes à música. Um piloto tem que ter ouvido, assim como um músico...Essas divagações me empurravam enquanto eu tentava enxergar alguma coisa naquela noite sul-mineira. De repente, uma entrada à direita chamou minha atenção. A placa indicava “Pedralva”. Lembrei-me das muitas cartas de Pedralva que chegavam ao nosso fan clube. Pedralva me salvaria - zonzou minha cabeça, qualquer coisa – já que eu não tinha mais condições de dirigir. Eram quase onze da noite, mas a animação da pracinha me surpreendeu. E do outro lado enxerguei a placa milagrosa: “farmácia”. Era tudo o que eu precisava. Arrastei-me fora do calor do Escort para o frio da noite. Cara, faz é frio no inverno do sul de Minas! Meu casaco de carioca não dava conta do recado. Entrei na farmácia esperando encontrar um farmacêutico clássico do interior, aquele de jaleco e coisa e tal, mas atrás do balcão estava uma moça como tantas outras de rabo de cavalo e jeans. Encostei e gemi:- O que é que você tem pra gripe?Ela me olhou. Apesar de jovem era experiente, pois logo percebeu meu triste estado:- Nossa! você tá mal! Bota mal nisso, pensei. Mas tentei manter a imagem:- Nem tanto. Acho que uma aspirina resolve...- Que aspirina! deixa eu tirar sua temperatura.
A farmacêutica – que chamaremos aqui de Juliana - me levou até a cabina dos fundos . Fez-me deitar na maca e tocou os procedimentos, termômetro primeiro: - Você está com quarenta de febre!- Tudo bem. Só quero que você me arrume um jeito de seguir viagem. Qual remédio poderoso que você tem aí?Ela parecia penalizada com o meu estado. Torto de frio quando tinha entrado na farmácia, eu agora suava em bicas e encharcara as roupas em questão de segundos. As coisas começavam a ficar confusas. Uma irresistível vontade de dormir tomava conta do meu corpo. Depois de um vácuo de tempo, percebi que havia mais pessoas ladeando minha maca. Um casal olhava fixamente pra mim.- Ei! você não é o Sá e Guarabyra? – perguntava uma menina de olhos muito claros.- Só um deles... – consegui responder.Pedralva me pôs no colo. As meninas e mais um rapaz levaram-me a uma casa de fazenda, onde fui recebido pela mãe de uma delas. O rapaz trouxe meu carro e eu pude trocar minhas roupas molhadas por um pijama quentinho daqueles que a gente põe na mala quando vai pra São Paulo. Não me perguntem quanto tempo passei naquela casa de janelas coloniais e pé direito alto, prostrado na cama. Não sei se um dia ou dez. Só sei que uma bela manhã me levantei, novo em folha, despedi-me dos meus amigos e prossegui viagem. Da porta da fazenda, Juliana (não sei se era esse o nome dela), o casal de jovens e a mãe me acenavam. Me doía o coração de ir embora dali, de volta a uma vida atribulada e distante daquela amizade espontânea e reconfortante.Não acredito que isso tudo tenha acontecido por força de popularidade. Antes mesmo de qualquer reconhecimento eu já tinha sido acolhido e minha maior culpa é não lembrar o nome dos meus personagens. Só queria que eles lessem esta crônica e soubessem que seu carinho e solidariedade empurraram aquele viajante de uma noite de inverno pela vida afora.Porque são boas lembranças como essas que fazem com que sobrevivamos a qualquer selvageria.

Ao final, o Sá explicava sua inspiração e ainda apresentava uma letra que citava Pedralva:

PS: esta crônica me foi inspirada pelo Thiago, criador de uma das comunidades Sá, Rodrix & Guarabyra do Orkut, que mandou-me um e-mail perguntando sobre a verdade da história que ainda corre na cidade, dizendo que passei mal por ter tomado umas cervejas lá num bar...artista não tem jeito, tem fama. E má fama, eheheh! segue então uma letra que fiz com Rodrix e Guarabyra para as cidades-meninas de Minas, que têm maravilhosos nomes femininos...

PEDRALVA, BRANCA, BRANCA, BRANCA PEDRANATÉRCIA,
COM SEU NOME DE SENHORACRISTINA,
DENTES DE LEÃO NA PRAÇAMARIA DA FÉ,
FRIA,FRIA, FRIA AGORA...
PALMYRA, DAMA QUE PERDEU SEU NOMEMARIANA,
ONDE A REZA NÃO TEM HORAJANUÁRIA,
MORENINHA BARRANQUEIRAMARIA DA FÉ,
BRILHA,BRILHA,BRILHA, AGORA...
Retomando a narrativa do Giovany:

Assim que escreveu a crônica, Sá a enviou para o Thiago, que imediatamente a repassou para nós. Ficamos “loucos”, maravilhados com a importância que Sá dava ao acontecido. Como ele já havia falado a mim e ao João Paulo após o show, e voltava a reafirmar na crônica, ele lastimava muito não lembrar o nome das pessoas que o ajudaram.Pronto! Unimos o útil ao agradável: Pedralva inteira tinha que ler aquela crônica e, de quebra, descobriríamos quem eram as pessoas e elas ficariam sabendo da gratidão do Sá. Eu pedi permissão para que pudéssemos republicar o artigo no jornal de Pedralva. O Sá gostou da idéia e prontamente permitiu, desde que fosse citado que a crônica fora originalmente publicada na “Backstage”. Eu escrevi uma introdução explicando como aquela crônica havia chegado a nós e pedindo para que as personagens da história se identificassem.
Foi o que aconteceu.
Algumas edições depois publicamos um artigo, desta vez com a versão da Picida, da Rita e da Vanessa.
Mandei os dois jornais para o Sá, que agora sabia os nomes delas. E elas do reconhecimento dele. E vai até aí...
**************
Até abril desse ano, 2008, na Virada Cultural, quando Thiago, Matheus, Renata e outra amiga estiveram no Theatro Municipal assistindo à apresentação de Passado, Presente, Futuro. Na saída, apesar da febre que Renata apresentava, aguardaram juntamente conosco a saída do Trio, quando então surgiu o pedido dos Pedralvenses para que o Trio fosse ao PedRock ( há anos tentava-se essa participação que era o desejo de toda a cidade). A resposta de Zé Rodrix citando a música Cidade Menina e a disposição de comparecerem ao Festival animou ainda mais os organizadores que depois de algumas pequenas batalhas conseguiram sucesso ao levar a dupla ( o Zé Rodrix, infelizmente, teria outro compromisso na data), finalmente, à participar do PedRock!
Até Pedralva!!!

Créditos: fotos - Blog Pedralva, do Bustamante
Jornal O Centenário ( acervo pessoal da Rita Souza)


SERVIÇO: PedRock
Ingressos p/ o sábado ( 4 bandas e Sá & Guarabyra e banda)
R$40,00 ( meia entrada c/ carteirinha ou 1 kg de alimento p/ doação)





sábado, 28 de junho de 2008

Sá & Guarabyra em Carlos Chagas/MG



Quinta, dia 26, Sá & Guarabyra apresentaram-se na Festa do Carlochaguense Ausente, na cidade de Carlos Chagas.


A Clarissa Coelho, simpática cantora de Teófilo Otoni, viajou 1:30 mins para conhecê-los, assistir o show e foi ela quem tirou essas fotos que ilustram o post e a quem agradecemos pela cessão das fotos. ( Conheça o trabalho da Clarissa no MySpace clicando no seu nome!)


Recadinho do Guarabyra:
"Acabo de desembarcar do oitavo vôo desta semana. Cheguei de Carlos Chagas (salta-se em Governador Valadares - depois de voar de Congonhas (SP) a Confins (BH) mudar pro aeroporto da Pampulha e seguir em outra aeronave - e percorrer mais quatro horas de estrada), onde nos apresentamos ontem em praça pública. Este show vai deixar saudades. Postarei fotos depois. Porém a turnê tinha começado em Ponta Grossa, PR, e ainda vai terminar amanhã em Ubatuba, n'outra apresentação em praça pública. Exausto não seria o melhor termo para descrever meu cansaço, pois que sempre há a alegria do chegar em casa e do reencontrar das mensagens de vocês. Mas confesso que estou louco pra desmontar por algumas horas, radinho tocando baixinho e sonhar. Volto no domingo, e aí paro aqui pra postar as fotos e continuar a prosa. Beijos pra quem de beijo, abraços pra quem de abraços! "




quinta-feira, 12 de junho de 2008

Sá & Guarabyra no Festival de Rock de Pedralva


Você não deve conhecer Pedralva, talvez nunca tenha ouvido falar, mas certamente há de reconhecer sua paisagem tipicamente mineira de montanhas bem delineadas, encapadas com um manto verde, no alto rocha nua, acinzentada; aqui e ali um pequeno canavial. Cidade que cresceu nas encostas e foi avançando morro acima e abaixo. É nessa simpática cidade do Sul de Minas que anualmente se realiza um Festival de Música chamado PedRock, com fins não lucrativos, incentivando a cultura da região.
Bandas das redondezas são convidadas , e tocam gratuitamente! Sempre um grande nome é chamado: ano retrasado foi Lô Borges, que realizou um show ES-PE-TA-CU-LAR cujos detalhes os moradores de Pedralva não se cansam de reviver. Em 2007 foi a vez do 14 BIS. E esse ano teremos o show de Sá & Guarabyra. Será a apoteose desse carinho mútuo entre Sá & Guarabyra e Pedralva. Uma estória que contarei em breve.

Na última semana do mês de julho, dia 26/7, será realizado o Pedrock, um Woodstock mineiro, sem banhos de cachoeiras nem performances nudistas, pois o clima não favorece. Ao contrário, muito aconchego de mantas, vinhos e abraços amigos ao som de Sá & Guarabyra!





A cidade está ao sul de minas, entre São Lourenço, Itajubá e Pouso Alegre. 400 km de Belo Horizonte, 386 km do Rio de Janeiro, 256 km de São Paulo,70 km de Pouso Alegre( c/ aeroporto), 51 km de São Lourenço e 35 km de Itajubá.


O maior problema é a hospedagem: corram para garantir a sua!!!
O meu lugar já está garantido!!!

http://br.geocities.com/sociedadeagroecologica/hospedagem.html

Como chegar, mapa e outros detalhes:
http://www.guiavr.com/blocodopinkfloyd/modules/mastop_publish/?tac=Como_Chegar_Em_Pedralva

sábado, 15 de março de 2008

14 Bis, Venturini & Sá, Rodrix & Guarabyra JUNTOS, AO VIVO!

Coletiva de Imprensa sobre o novo projeto reunindo os cults, dia 30 de maio em Belo Horizonte, MG!



quinta-feira, 13 de março de 2008

Notinhas Prontas pra Consumo


Como surgiu este nome?

"O que te faz mal já ficou para trás/ só precisas mesmo jogar tuas lembranças do futuro ao mar." Os versos são da canção Lembranças do Futuro, da dupla Sá & Guarabyra, que batiza uma rua no Conjunto Habitacional Águia de Haia, em Itaquera. A bela composição homenageia a poeta Ana Cristina Cesar e foi baseada num poema da escritora americana Emily Dickinson. Além dela, outras músicas brasileiras dão nome às ruas do conjunto, como Cores Vivas, de Gilberto Gil, e Lumiar, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos.

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Zé Rodrix será um dos artistas que substituirão Ronnie Von no seu programa TODO SEU, na Rede Gazeta, enquanto durar seu afastamento por motivos de saúde. Ronnie Von retirou um pólipo nas cordas vocais o que demanda uma tranquila recuperação e reeducação vocal! Boa sorte para ele e boa sorte para nós, fãs, que teremos o Zé explorando um novo aspecto da sua carreira!!

Zé Rodrix estará apresentando o programa nessa segunda feira , dia 17 de março, apresentando Tavito em 2 blocos do programa!

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Amanhã: Sá, Rodrix & Guarabyra em Pedro Leopoldo, MG

Ingressos : R$ 10,00

Local: Almoxarifado - Rua Maurício Azevedo, 4 - Centro

21 hrs

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Pronta pra Consumo é o nome de uma canção de Guttemberg Guarabyra e Sidney Miller

sexta-feira, 7 de março de 2008

Guttemberg Guarabyra




Guttemberg Nery Guarabyra Filho nasceu em Barra do Rio Grande, a 20 de novembro de 1947, mas logo mudou-se para Bom Jesus da Lapa. Filho de Pastor Batista, o caçula de uma família missionária de 5 irmãos ( 4 homens e 1 mulher) cresceu ouvindo Luiz Gonzaga no rádio.
Guarabyra na adolescência - aprendiz de fotógrafo em Bom Jesus da Lapa

Mudou-se em 1966 para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como boy de escritório de contabilidade. Cantou com Luís Carlos Sá e Sidney Miller na inauguração do Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, em 1967. Voltou para a Bahia logo após, realizando shows no interior. Em fins de 1967, de novo no Rio de Janeiro, venceu a parte nacional do II FIC, da TV Globo, com a musica Margarida, que interpretou com o grupo Manifesto (composto, além de Guarabyra, por Gracinha Leporace, Lucinha, Junaldo, Augusto César Pinheiro, José Renato Filho, Guarabyra, Guto Graça Melo, Mariozinho Rocha e Fernando Leporace)·


Guarabyra e o Grupo MANIFESTO


Em seguida, começou a produzir musicais para a TV Tupi carioca, como Bibi ao Vivo e Blota Júnior. Compôs, com Renato Correia, dos Golden Boys, e Danilo Caymmi, Casaco marrom, gravado por Evinha, vencedora do Festival de Juiz de Fora MG, em 1969. Ainda em 1969 foi convidado para a direção artística do Festival da Canção do México. No mesmo ano foi também um dos criadores da SOMBRÁS, entidade que defendia a regulamentação da lei do direito autoral
Em 1971 , Augusto Marzagão lhe convidaria para dirigir o VI FIC ( Festival Internacional da Canção), assumindo a direção artística do Festival de Juiz de Fora .
assinou contrato com a Odeon.
Formou, nessa época, com Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, o trio Sá, Rodrix & Guarabyra, com o qual gravou os LPs "Passado, presente e futuro"(1971) e "Terra" (1972). E juntos
se apresentaram, em julho do ano seguinte, em show no Teatro Opinião, do Rio de Janeiro, seguido de espetáculos e apresentações em televisão, em que promovia o rock-rural.
Nessa época, Sá e Guarabyra foram premiados pelo jingle, para a Pepsi-Cola, Só tem amor quem tem amor pra dar.
A partir de 1973, com o desligamento de Zé Rodrix do trio, passou a atuar em dupla com Luiz Carlos Sá, começando com dois LPs pela Odeon: Nunca, ainda em 1973, e Cadernos de viagem, em 1975.
O disco Pirão de Peixe com Pimenta, Som Livre, 1977, considerado o melhor da dupla inclui o sucesso Sobradinho, um xote moderno. O disco mistura ritmos nordestinos com o som de instrumentos elétricos. Veio em 1979 o LP Quatro, Som Livre, com destaque para Sete Marias e Vem queimando a nave louca. O disco inclui também Pássaro, novo titulo de Um cantador, composta para o disco Terra e censurada pelo regime militar. Em seu décimo aniversario, 1983, a dupla gravou 10 anos juntos, RCA, disco que inclui sucessos como Espanhola e Caçador de mim, e que marca o fim do rock-rural. A partir daí, a dupla desenvolveu um som mais urbano, como em Paraíso agora, RCA, 1984, com os sucessos Capitão da meia-noite e Cheiro mineiro de flor. No ano seguinte, foi lançado Harmonia, RCA, o disco mais popular da dupla, com Roque Santeiro, Verdades e mentiras e Dona (regravada pelo grupo Roupa Nova). Os lançamentos seguintes foram: Cartas, canções e palavras, RCA, 1987; Vamos por ai, Eldorado, 1990; Sá & Guarabyra, Eldorado, 1993; Sá & Guarabyra, Eldorado, 1994. Em 1996, a dupla fez um show no Canecão, no Rio de Janeiro, com Beto Guedes. Em 1997 foi lançado o disco Rio-Bahia, pela RGE.. Publicitário colunista e cronista da Agência Estado e cronista do jornal Diário Popular, Guarabyra lançou seu primeiro livro de ficção: “O outro lado do mundo”.
Depois de 26 anos de dupla com Luiz Carlos Sá, retomou, com a volta de Zé Rodrix, a atuação em trio, cuja reestréia aconteceu no Rock in Rio III, em 2001. O trio foi, em seguida, contratado pela gravadora Som Livre, lançando o CD e DVD "Outra vez na Estrada - ao vivo".


Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como Tavito, Trio Esperança, Erasmo Carlos, Edson Montenegro, Ney Matogrosso, The Fevers, Cynara, Marisa Gata Mansa, Quarteto em Cy, Evinha, Danilo Caymmi, Golden Boys, Milton Banana Trio, Amelinha, Nilson Chaves, Roupa Nova, João Donato, Flávio Venturini, 14 Bis, Selma Reis, Agostinho dos Santos, Zizi Possi, Celly Campelo, Sérgio Reis, O Terço, Oswaldinho, Quarteto em Cy e Marcos Sabino, entre outros.

Entre seus maiores sucessos como compositor estão as canções "Mestre Jonas" e "Outra vez na estrada", ambas com Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, "Casaco marrom" (c/ Renato Correa e Danilo Caymmi), "Espanhola" (c/ Flávio Venturini) e “Dona” ( c/ Sá).


Discografia Solo:

Grupo Manifesto – Manifesto Musical ( 1967) Elenco / Philips LP/CD
Grupo Manifesto nº 2 ( 1968 ) Elenco /Philips LP/CD


Casaco Marrom - ( 1969 ) Odeon – LP
Lembranças do Futuro - ( 2007) Velas - CD




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Fontes: Dicionario Cravo Albim de MPB
Clique Music
Silvana Guimarães

Fotos: Acervo pessoal Guttemberg Guarabyra
Foto Divulgação
Foto SESC ITAQUERA - Rita

quinta-feira, 6 de março de 2008

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Novidades frescas da gravação do DVD do Zé Rodrix e show em Minas

A novidade nem é tão boa, mas o Alan Romero informa que o Lourenço Baeta sofreu um pequeno acidente e a participação do Boca Livre está cancelada. O que me deixou dúvidas foi...será que mesmo assim teremos Maurício Maestro e David Tygel?????


O Festival de Verão de Pedro Leopoldo / MG trará ótimos shows ( gratuitos, a maioria) para a população da cidade e arredores. A cidade está localizada a poucos quilômetros de Belo Horizonte e bem perto do Aeroporto Internacional de Confins, caso alguém se anime a ir! Dia 10 de março teremos o animadérrimo show do Tavito e Zé Rodrix, o mesmo que eles vêm apresentando em São Paulo. E o melhor, grátis!!

TAVITO & ZÉ RODRIX

Dia 10 de Março, segunda feira, às 20 hrs - na Igreja de São Sebastião - no Distrito de Vera Cruz de Minas



A guarânia "EMBORA", filmada pela Marlene no show de aniversário!