quarta-feira, 30 de julho de 2008
Zé Rodrix & Jazz Big Band em CURITIBA/PR dia 1º de agosto
terça-feira, 22 de julho de 2008
Por Que Pedralva???
E a questão se faz necessária: Qual a ligação tão especial do Trio com a pequena cidade mineira encravada na encosta de uma montanha ?? Quem responde é o Giovany, pedralvense de corpo e alma e testemunha de parte da estória:NA ESTRADA
Meus colegas nunca compreenderam minha devoção estradeira. Porque ir de carro a um lugar onde se podia chegar de avião? avião para mim era sempre a opção secundária. Sendo possível, eu saía a qualquer hora e com a antecedência necessária pra chegar no tempo certo e no lugar exato, observando com calma a sucessão mágica de paisagens e gentes sempre variadas, nunca entediantes. Sentir a máquina, as curvas, as inclinações e correções necessárias, dominar por dominar. Bobagem? pode ser. Mas máquina produz música e isso é inegável. As rotações do motor são tons e semitons. Para nós, amadores da direção e profissionais da música a coisa se relaciona de perto. Não acredito que pilotos profissionais sejam indiferentes à música. Um piloto tem que ter ouvido, assim como um músico...Essas divagações me empurravam enquanto eu tentava enxergar alguma coisa naquela noite sul-mineira. De repente, uma entrada à direita chamou minha atenção. A placa indicava “Pedralva”. Lembrei-me das muitas cartas de Pedralva que chegavam ao nosso fan clube. Pedralva me salvaria - zonzou minha cabeça, qualquer coisa – já que eu não tinha mais condições de dirigir. Eram quase onze da noite, mas a animação da pracinha me surpreendeu. E do outro lado enxerguei a placa milagrosa: “farmácia”. Era tudo o que eu precisava. Arrastei-me fora do calor do Escort para o frio da noite. Cara, faz é frio no inverno do sul de Minas! Meu casaco de carioca não dava conta do recado. Entrei na farmácia esperando encontrar um farmacêutico clássico do interior, aquele de jaleco e coisa e tal, mas atrás do balcão estava uma moça como tantas outras de rabo de cavalo e jeans. Encostei e gemi:- O que é que você tem pra gripe?Ela me olhou. Apesar de jovem era experiente, pois logo percebeu meu triste estado:- Nossa! você tá mal! Bota mal nisso, pensei. Mas tentei manter a imagem:- Nem tanto. Acho que uma aspirina resolve...- Que aspirina! deixa eu tirar sua temperatura.
A farmacêutica – que chamaremos aqui de Juliana - me levou até a cabina dos fundos . Fez-me deitar na maca e tocou os procedimentos, termômetro primeiro: - Você está com quarenta de febre!- Tudo bem. Só quero que você me arrume um jeito de seguir viagem. Qual remédio poderoso que você tem aí?Ela parecia penalizada com o meu estado. Torto de frio quando tinha entrado na farmácia, eu agora suava em bicas e encharcara as roupas em questão de segundos. As coisas começavam a ficar confusas. Uma irresistível vontade de dormir tomava conta do meu corpo. Depois de um vácuo de tempo, percebi que havia mais pessoas ladeando minha maca. Um casal olhava fixamente pra mim.- Ei! você não é o Sá e Guarabyra? – perguntava uma menina de olhos muito claros.- Só um deles... – consegui responder.Pedralva me pôs no colo. As meninas e mais um rapaz levaram-me a uma casa de fazenda, onde fui recebido pela mãe de uma delas. O rapaz trouxe meu carro e eu pude trocar minhas roupas molhadas por um pijama quentinho daqueles que a gente põe na mala quando vai pra São Paulo. Não me perguntem quanto tempo passei naquela casa de janelas coloniais e pé direito alto, prostrado na cama. Não sei se um dia ou dez. Só sei que uma bela manhã me levantei, novo em folha, despedi-me dos meus amigos e prossegui viagem. Da porta da fazenda, Juliana (não sei se era esse o nome dela), o casal de jovens e a mãe me acenavam. Me doía o coração de ir embora dali, de volta a uma vida atribulada e distante daquela amizade espontânea e reconfortante.Não acredito que isso tudo tenha acontecido por força de popularidade. Antes mesmo de qualquer reconhecimento eu já tinha sido acolhido e minha maior culpa é não lembrar o nome dos meus personagens. Só queria que eles lessem esta crônica e soubessem que seu carinho e solidariedade empurraram aquele viajante de uma noite de inverno pela vida afora.Porque são boas lembranças como essas que fazem com que sobrevivamos a qualquer selvageria.Ao final, o Sá explicava sua inspiração e ainda apresentava uma letra que citava Pedralva:
Mandei os dois jornais para o Sá, que agora sabia os nomes delas. E elas do reconhecimento dele. E vai até aí...Até abril desse ano, 2008, na Virada Cultural, quando Thiago, Matheus, Renata e outra amiga estiveram no Theatro Municipal assistindo à apresentação de Passado, Presente, Futuro. Na saída, apesar da febre que Renata apresentava, aguardaram juntamente conosco a saída do Trio, quando então surgiu o pedido dos Pedralvenses para que o Trio fosse ao PedRock ( há anos tentava-se essa participação que era o desejo de toda a cidade). A resposta de Zé Rodrix citando a música Cidade Menina e a disposição de comparecerem ao Festival animou ainda mais os organizadores que depois de algumas pequenas batalhas conseguiram sucesso ao levar a dupla ( o Zé Rodrix, infelizmente, teria outro compromisso na data), finalmente, à participar do PedRock!
Créditos: fotos - Blog Pedralva, do Bustamante
Jornal O Centenário ( acervo pessoal da Rita Souza)
Ingressos p/ o sábado ( 4 bandas e Sá & Guarabyra e banda)
R$40,00 ( meia entrada c/ carteirinha ou 1 kg de alimento p/ doação)

quinta-feira, 10 de julho de 2008
No estúdio
Sá & Paulo Calasans
Fotos de Guttemberg Guarabyra
sábado, 5 de julho de 2008
SR&G em Uberlândia
Diferentemente de tudo que é feito pelos shows abertos Brasil afora, Sá Rodrix e Guarabira farão algo inusitado. Os uberlandenses terão a chance de assistir, em primeira mão, a um acústico, assim como é feito em casas fechadas, apenas com viola, teclado e voz. Na praça, eles farão um apanhado de todos seu grandes sucessos, como “Caçador de Mim”, “Sobradinho” e “Sete Marias” e outras não tão conhecidas, mas que são pedidas pelos fãs. Um estilo próprio que quem conhece, sabe, revolucionou a música brasileira nos anos 70.
Sá deu uma entrevista ao CORREIO de Uberlândia de dentro do estúdio em São Paulo, onde o trio grava o próximo trabalho que deverá ser lançado em meados de setembro ou outubro deste ano. Uma das inéditas será “O dia do rio”, de autoria dos três. De acordo com Sá, a canção será uma espécie de “Sobradinho nº 2”. Para quem não se lembra, “Sobradinho” é um hino de preservação do meio ambiente com a letra: “O sertão vai virar mar/dá no coração/o medo que algum dia o mar também vire sertão”. Outra canção nova será “Amanhece um outro dia”, tema de abertura da próxima novela do SBT, “Revelação”. O trio Sá Rodrix e Guarabira já fez diversos temas para novelas, como “Roque Santeiro”, com música de mesmo nome da novela estreada na Rede Globo em 1985 — que também contou com “Dona”, a canção da personagem da viúva Porcina, interpretada por Regina Duarte. Tem também “Espanhola”, de “Que Rei Sou Eu?”, de 1989, entre outras — todas serão tocadas na tarde de domingo.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
SIMONAL E AS PATRULHAS
(continua AQUI)
ARTE NA PRAÇA em Uberlândia
O projeto Arte na Praça é realizado nas tardes de todo primeiro domingo do mês, na praça Sérgio Pacheco, em Uberlândia – MG. Os shows são gravados e vão ao ar semanalmente, às 14h de sábado na TV universitária de Uberlândia, canal 4 (tv aberta) e canal 5 (tv a cabo).
O Arte na Praça agora virou também webtv. Os melhores momentos estão lá no blog www.programaartenapraca.blogspot.com.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
TUDO - Novo disco do Tavito
Tavito lança em agosto/setembro seu CD TUDO, cujas canções, todas inéditas, refletem o momento feliz de novas parcerias e encontros que Tavito vêm experimentando com o pessoal do Clube Caiuby! A exceção é HOJE AINDA É DIA DE ROCK cuja inspiração de Zé Rodrix foi justamente...TAVITO, um assumido roqueiro desde priscas eras em BH!
Foto de Lizzie Bravosegunda-feira, 30 de junho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
Sá & Guarabyra em Carlos Chagas/MG

terça-feira, 24 de junho de 2008
Zé Rodrix no Ceará - Seminário Cantando Bonitezas e Decências
O II Seminário Cantando Bonitezas e Decências será realizado em Fortaleza (CE) de 27 a 29 de junho. Criado para debater os rumos do canto coletivo, com destaque para a formação de regentes de corais. Estimulando esse movimento, expondo pesquisas e favorecendo um estudo mais atento quanto ao tema, o Seminário é promovido pela Associação dos Amigos do Coral da UFC, pelo Curso de Educação Musical da mesma universidade e pela DIZ Editoração, e se divide entre a Casa de José de Alencar e o auditório do Centro Dragão do Mar. Como convidado especial: o cantor e compositor carioca Zé Rodrix. Autor de clássicos da MPB, ele vem ao seminário com sua aula-show. “É uma figura inquieta, polêmica, criativa, e um dos maiores pensadores da nossa música hoje”, ressalta a musicista e professora Izaíra Silvino, regente do Coral da UFC nos anos 80 e até hoje uma das mais reconhecidas especialistas no tema.
(Clique aqui para ler a matéria completa)
II Seminário Cantando Bonitezas e Decências
Inscrições grátis. Informações: semanaedumusical@gmail.com
tel(85) 8843-7301.
Dia 27/6 - 19 hrs - Teatro do Centro Dragão do Mar - Aula-show "Criatividade Como Princípio de Ação Humana" - Zé Rodrix.
Dia 28/6, sábado, às 21 hrs - Show do Zé Rodrix
BNB Clube - sede Aldeota
Av. SANTOS DUMONT, 3646
Bairro: Aldeota
Fone(085) 4006-7200, 4006-7204
Ingressos com desconto até dia 26/6!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Rock rural de Sá & Guarabyra constrói visão crítica do Brasil

Com 35 anos de carreira nas costas e muita poeira na estrada, a dupla Sá & Guarabyra procura mostrar, nas composições musicais, o Brasil real, suas origens e suas histórias, sejam elas descontraídas ou amargas. Responsáveis por um estilo próprio que revolucionou a música brasileira nos anos 70, o “rock rural”, os cantores e compositores Luís Carlos Pereira de Sá, nascido no Rio de Janeiro em 1945, e Guttemberg Nery Guarabyra (Barra do Rio Grande, BA, 1947) firmaram parceria em 1973, após seis anos cantando solo.
Em 1966, enquanto Sá alcançava o primeiro sucesso musical com “Giramundo”, interpretada por Peri Ribeiro, Guarabyra, no ano seguinte, vencia o primeiro lugar no Festival Internacional da Canção com “Margarida”.Em 1970 conheceram o também compositor Zé Rodrix e montaram o trio Sá, Rodrix & Guarabyra. Gravaram dois LPs ao longo da carreira, que durou até 1973, quando Rodrix afastou-se para seguir sozinho na música. Sá continuou com Guarabyra e, definitivos, lançaram a dupla, responsável por sucessos musicais de telenovelas como “Roque Santeiro” e “Dona”, de “Roque Santeiro” (1985), e “Espanhola”, da novela “Que Rei Sou Eu?” (1989). São deles também “Mestre Jonas”, “Sete Marias” e “Harmonia”.

NM – Como retrataram Sobradinho na música com teor de denúncia?
Sá & Guarabyra – A represa de Sobradinho, localizada na Bahia, perto de Juazeiro, foi uma calamidade. Não há como imaginar um governo construir, escondido, um verdadeiro mar no interior do Brasil, seis vezes maior que o tamanho da Baía de Guanabara! Encontramos aquilo por acaso, numa de nossas andanças pelo sertão nos anos 70. Denunciamos o caso na música “Sobradinho”, um sucesso até hoje pedido nos show. Usamos um paralelo de Antônio Conselheiro (“o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”) para dar rumo à história na música. Todos aqueles que tinham um pouco de caráter, bom senso e inteligência lutaram, de uma forma ou de outra, contra o Regime Militar. Nós – Sá e eu – fizemos nossa parte.
NM – Surtiram efeitos as denúncias na música sobre Sobradinho?
Sá & Guarabyra – Sim, claro. “Sobradinho” coloca em xeque todo o sistema de propaganda do governo militar. Eles diziam que estavam apenas fazendo uma pequena obra! Quatro cidades foram alagadas, além de dezenas de vilarejos, para dar origem a um dos maiores lagos artificiais do mundo. O impacto ambiental foi monstruoso. A música fez com que as pessoas refletissem sobre as questões ambientais.
NM – Nos anos 70, o “rock rural” introduzido por vocês trouxe uma modalidade diferenciada na música brasileira. De que forma era esse rock?
Sá & Guarabyra – Junto com o Zé Rodrix criamos esse estilo misturando balada pop com folk brasileiro e toadas. As letras remetiam ao nosso espaço, à natureza, de cunho poético e agitado. Marcamos geração, tanto é que depois outros cantores, inclusive da Jovem Guarda, seguiram os passos do rock rural.NM – Três músicas de vocês integraram a trilha sonora de uma das novelas brasileiras de maior audiência de todos os tempos, “Roque Santeiro”, em 1985. De onde veio a aceitação do público para gerar tamanho sucesso?Sá & Guarabyra – Todas as músicas da trilha da novela se tornaram famosas e históricas. Tínhamos três, todas elas sugeridas pelo autor, Dias Gomes, um grande e saudoso amigo. Um dia Gomes telefonou para nós orientando as composições; fizemos “Roque Santeiro”, tema central do personagem-título interpretado por José Wilker, “Verdades e Mentiras”, que faz um apanhado da novela, das mentiras e crenças, e “Dona”, música que já existia, composição minha e do Sá, mas que caía feito uma luva na personagem da viúva Porcina (Regina Duarte). Esta foi cantada por Roupa Nova na novela. Acredito que as músicas tiveram boa aceitação pelo público umas por serem descontraídas e bem brasileiras e outra por ser romântica.
NM – A dupla segue com novos projetos?Sá & Guarabyra – Desde 2001 percorremos o Brasil com shows em que Zé Rodrix também participa. Neste semana faremos o último ensaio para gravar 14 músicas novas para o novo CD, que deverá ser lançado na última semana de agosto. E daí é viajar, viajar, viajar, algo que nunca deixamos de fazer. Somos eternos viajantes.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Show do SESC INTERLAGOS - dia 15/6
pequenas poças aqui e ali revelavam a chuvarada que havia passado sobre a cidade.
O show iniciou pontualmente às 20:30 e magicamente a Praça Pau Brasil lotou, apesar do frio. O Trio entrou ao som de Mestre Jonas ( a ordem de algumas músicas foi alterada) e apresentaram o show “Outra Vez na Estrada” com um ânimo revigorado. O público espremia-se na grade e cantava todas as canções em coro. Guarabyra não cabia em si de tanta alegria e o Zé Rodrix ensaiava passinhos de dança (foi um final de semana feliz para o trio, final dos ensaios, entram em estúdio na próxima semana, canções arranjadas e redondas... o que pedir mais?) e Sá poupava a voz (pois estava resfriado!), mas não a empolgação: os duetos com Webster Santos ( na guitarra) foram geniais ! Aliás, o Webster é sempre um show à parte, ele “empolga” e “pira” completamente no palco. Cada trabalho é único e encarado com a mesma empolgação! Como não ser feliz assim????
Webster Silva e Luiz Carlos Sá
Uma em tamanho especial foi feita para o Diogo.
Ao final do show ainda foi possível um encontro dos fãs com o Zé Rodrix (já havíamos conversado com os três antes do show), que foi simpático atendendo aos fãs que haviam ido exclusivamente vê-los
SET LIST
Mestre Jonas
Outra vez na estrada
Abc do santeiro
Pó da estrada
Hoje ainda é dia de rock
Nova era
Me faça um favor
Pássaro
Cinamomo
Jesus numa Moto
Dona
Sobradinho
.Pout-pourri Casa no Campo, Caçador de Mim, Espanhola
quinta-feira, 12 de junho de 2008
BATE-PAPO MUSICAL COM ZÉ RODRIX

NESTE SÁBADO(14/06) BATE-PAPO MUSICAL COM ZÉ RODRIX
O cantor e compositor de sucessos como "Casa no campo", que também é escritor e publicitário, fala de sua trajetória nas diversas atividades e bandas em que atuou como Sá, Rodrix & Guarabyra, Som Imaginário, Momento 4uatro e Joelho de Porco.
Sábado, 14 de Junho às 15:00
Biblioteca Cassiano Ricardo - Espaço Itamar Assumpção - Av. Celso Garcia 4.200 - Metrô Tatuapé.
Contato do evento:
Evaldo Piccino
Coordenador da Área Temática de Música
Sistema Municipal de Bibliotecas
Secretaria de Cultura de São Paulo
Rua Catão, 611 - 6º andar - Lapa
Tels: (11) ... / 7152-2992
evaldopshell@hotmail.com
Sá & Guarabyra no Festival de Rock de Pedralva

Bandas das redondezas são convidadas , e tocam gratuitamente! Sempre um grande nome é chamado: ano retrasado foi Lô Borges, que realizou um show ES-PE-TA-CU-LAR cujos detalhes os moradores de Pedralva não se cansam de reviver. Em 2007 foi a vez do 14 BIS. E esse ano teremos o show de Sá & Guarabyra. Será a apoteose desse carinho mútuo entre Sá & Guarabyra e Pedralva. Uma estória que contarei em breve.
Na última semana do mês de julho, dia 26/7, será realizado o Pedrock, um Woodstock mineiro, sem banhos de cachoeiras nem performances nudistas, pois o clima não favorece. Ao contrário, muito aconchego de mantas, vinhos e abraços amigos ao som de Sá & Guarabyra!

A cidade está ao sul de minas, entre São Lourenço, Itajubá e Pouso Alegre. 400 km de Belo Horizonte, 386 km do Rio de Janeiro, 256 km de São Paulo,70 km de Pouso Alegre( c/ aeroporto), 51 km de São Lourenço e 35 km de Itajubá.
O maior problema é a hospedagem: corram para garantir a sua!!!
O meu lugar já está garantido!!!
http://br.geocities.com/sociedadeagroecologica/hospedagem.html
Como chegar, mapa e outros detalhes:
http://www.guiavr.com/blocodopinkfloyd/modules/mastop_publish/?tac=Como_Chegar_Em_Pedralva














